spot_img

Filha de Vampeta diz ter sido vítima de violência doméstica, relata prisão nos EUA e internação após ficar sem medicação

A filha do ex-jogador Vampeta, Giovanna Batista Santos, de 23 anos, afirmou ter sido vítima de violência doméstica após um episódio ocorrido na Flórida, nos Estados Unidos. Em relato divulgado pela revista Quem, a jovem disse que foi presa sob acusação de agressão contra o marido, mas sustenta que, na realidade, foi ela quem sofreu as agressões durante uma discussão.

Segundo Giovanna, a ocorrência aconteceu após um desentendimento iniciado por uma situação da noite anterior. Ela afirmou que o marido informou que dormiria no sofá ao lado de uma prima, fato que a deixou desconfortável. No dia seguinte, ao retomarem o assunto, a conversa evoluiu para uma discussão.

De acordo com seu relato, o marido passou a agir de forma intimidatória, aproximando-se de maneira agressiva e fazendo ameaças. Ela afirma que pediu para que ele deixasse o apartamento, mas acabou sendo empurrada contra uma porta. Ao reagir para se afastar, teria sido imobilizada e agredida fisicamente, sofrendo diversos hematomas pelo corpo.

Ainda conforme a versão apresentada por Giovanna, o marido deixou o imóvel e acionou a polícia, alegando ter sido agredido. Com isso, ela acabou presa por violência doméstica e permaneceu cerca de 24 horas sob custódia, sendo liberada após o pagamento de uma fiança de US$ 500, o equivalente a aproximadamente R$ 2,7 mil.

A jovem também relatou que enfrentou problemas de saúde durante o período em que esteve detida. Transplantada de coração, ela afirmou que depende do uso contínuo de medicamentos para evitar a rejeição do órgão e controlar a pressão arterial. Apesar de informar repetidamente sua condição às autoridades da unidade prisional, disse que não recebeu os remédios durante todo o tempo em que permaneceu presa.

Após deixar a prisão, o estado de saúde de Giovanna teria se agravado. Segundo ela, familiares acionaram o serviço de emergência, que a encaminhou a um hospital, onde permaneceu internada por dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A alta médica foi concedida no último sábado (1º).

Moradora do sul da Flórida há pelo menos dois anos, Giovanna contou que se casou em março de 2025 e afirmou acreditar que o relacionamento foi motivado pelo interesse do marido em obter benefícios imigratórios nos Estados Unidos, e não pelo desejo de construir uma vida em comum.

Ela também informou que foi comunicada de que não poderá retornar ao apartamento onde vivia e alegou que o marido permaneceu com seus passaportes e demais documentos pessoais, impedindo seu acesso aos documentos de identificação e de viagem.

Ao tornar o caso público, Giovanna pediu que as autoridades americanas investiguem todas as circunstâncias envolvendo o episódio, incluindo as acusações de violência doméstica, a condução de sua prisão, a falta de acesso aos medicamentos essenciais durante a custódia e as circunstâncias de seu casamento. Até o momento, não houve manifestação pública do marido sobre as acusações.

Leia Também

- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimas dos Blogs