A crise climática foi outro dos temas centrais do discurso de Lula na ONU. O presidente afirmou que o mundo precisa retomar a ofensiva contra o aquecimento global e criticou o enfraquecimento da agenda ambiental nos principais fóruns internacionais.
Lula citou o derretimento das geleiras do Himalaia e alertou para os impactos de eventos climáticos extremos, como secas, incêndios e chuvas intensas.
Segundo o presidente, os efeitos da crise climática atingem de maneira mais severa as populações vulneráveis.
Ao falar do Brasil, Lula defendeu a combinação entre crescimento econômico e redução das emissões de gases de efeito estufa.
Ele afirmou que o país continuará reduzindo o desmatamento e destacou a importância da Amazônia para a agenda ambiental mundial.
“A floresta vale mais em pé do que destruída”, declarou.
Lula também defendeu a exploração responsável dos recursos naturais brasileiros e afirmou que minerais críticos e terras raras devem ser utilizados para promover desenvolvimento dentro do país.
Segundo o presidente, o acesso internacional aos recursos minerais brasileiros deve ter como contrapartida geração de valor, transferência de tecnologia e fortalecimento da indústria nacional.




