Uma força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas, pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público do Trabalho e pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas realizou visitas a escolas da rede municipal de Maceió para verificar as condições das unidades de ensino e o cumprimento das normas educacionais.
Durante a ação, a promotora de Justiça Alexandra Beurlen afirmou ter encontrado “grandes dificuldades” nas escolas vistoriadas, destacando a paralisação de reformas em andamento na rede municipal. Segundo ela, intervenções iniciadas não foram concluídas, deixando estruturas inacabadas e áreas sem condições de uso pelos estudantes.
A promotora também apontou que, no período de transição administrativa entre o ex-prefeito JHC e o prefeito Rodrigo Cunha, empresas responsáveis por obras teriam deixado de receber pagamentos, o que teria contribuído para a interrupção dos serviços.
Com isso, segundo Alexandra Beurlen, diversas áreas das escolas seguem interditadas ou parcialmente inutilizadas, afetando diretamente o funcionamento das unidades e o atendimento aos alunos da rede municipal.
Ela acrescentou ainda que o problema não estaria restrito à Secretaria de Educação. De acordo com a promotora, a falta de pagamento de fornecedores também atinge outras secretarias, o que estaria provocando a paralisação de serviços públicos e comprometendo o atendimento à população de Maceió.




